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Carlos Dorilêo Jr. quer levar à Câmara postura do NOVO contra blindagem: “Ninguém pode estar acima da fiscalização”

Policial militar e advogado, Dorilêo sustenta que a independência dos órgãos de investigação deve ser preservada de qualquer tipo de interferência.

12/09/2026 às 07h03
Por: Redação Fonte: Da assessoria
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Carlos Dorilêo Jr. quer levar à Câmara postura do NOVO contra blindagem: “Ninguém pode estar acima da fiscalização”

O candidato a deputado federal Carlos Dorilêo Jr. (NOVO), 3090, defendeu uma atuação mais firme da Câmara dos Deputados na fiscalização dos agentes e das instituições públicas e afirmou que pretende levar para Brasília a mesma postura adotada nacionalmente pelo NOVO: cobrar explicações, enfrentar privilégios e não aceitar blindagem, independentemente de quem esteja sendo investigado.

A manifestação ocorre após uma iniciativa do NOVO no caso Banco Master embasar decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), envolvendo o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. Para Dorilêo, o episódio demonstra a importância de uma oposição que não se limite ao discurso.

“É para isso que existe oposição séria. Não é para fazer barulho por fazer. É para fiscalizar, provocar as instituições e exigir que ninguém tenha tratamento privilegiado. O NOVO mostrou que não vai se calar diante de fatos graves. É essa postura que quero representar por Mato Grosso na Câmara Federal”, afirma.

Policial militar e advogado, Dorilêo sustenta que a independência dos órgãos de investigação deve ser preservada de qualquer tipo de interferência.

“Eu já vesti uma farda e sei o tamanho da responsabilidade de quem trabalha com segurança pública. Polícia precisa ter liberdade para investigar e obrigação de agir dentro da lei. Havendo indícios de interferência ou irregularidade, o Congresso tem o dever de fiscalizar. Não pode simplesmente assistir calado”, reforça.

Para o candidato, exercer fiscalização não significa atacar instituições, mas justamente protegê-las.

“Fiscalizar não é atacar as instituições. É impedir que alguém se torne maior do que elas. Não importa o cargo, o partido ou o poder que a pessoa tenha. Ninguém pode estar acima da fiscalização e ninguém pode ter blindagem”, pontua.

Dorilêo afirma que, se eleito, pretende usar as prerrogativas de deputado federal para cobrar transparência e respostas diante de fatos de interesse público.

“Deputado federal não é eleito apenas para votar projeto. Tem a obrigação constitucional de fiscalizar. Mato Grosso precisa mandar para Brasília gente que tenha coragem de exercer esse papel”, conclui.

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