
Uma imagem que começou a circular nos bastidores da política mato-grossense ganhou destaque neste fim de semana ao mostrar o pré-candidato ao Governo de Mato Grosso, Alex Pucineli (Democrata), ao lado do deputado federal e pré-candidato ao Senado José Medeiros (PL) e do empresário Odílio Balbinotti (PL), uma das figuras de maior projeção do agronegócio nacional.
O registro aparece em meio a um período de forte articulação política e aumenta as especulações sobre possíveis mudanças de estratégia no campo conservador para as eleições de 2026.
A repercussão da foto ocorre poucos dias depois de o senador Wellington Fagundes (PL), também pré-candidato ao Governo do Estado, ser alvo de questionamentos de setores do eleitorado bolsonarista por sua viagem a Portugal no mesmo período em que foi realizado o tradicional evento jurídico promovido pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes.
Wellington afirmou que a viagem teve motivação religiosa e estava ligada ao cumprimento de uma promessa pessoal. Ainda assim, a coincidência das datas provocou desconforto entre grupos mais identificados com a direita ideológica.
Nesse cenário, a presença de Alex Pucineli ao lado de José Medeiros e Odílio Balbinotti passou a ser analisada com atenção por lideranças políticas e observadores do processo eleitoral.
José Medeiros é visto como um dos principais nomes do bolsonarismo em Mato Grosso e está entre as lideranças mais influentes do grupo político no estado. Odílio Balbinotti, empresário do agronegócio com atuação nacional no setor de sementes, também exerce influência relevante entre segmentos produtivos e políticos.
Apesar de ainda não ocupar posição de destaque nas pesquisas eleitorais divulgadas até agora, Alex Pucineli tem tentado ampliar sua visibilidade no debate público e se aproximar do eleitorado conservador. Em manifestações anteriores, chegou a se apresentar como o “Pablo Marçal de Mato Grosso”, em referência ao estilo de comunicação do empresário e influenciador digital.
Nos bastidores, a fotografia vem sendo interpretada como um possível sinal de aproximação e diálogo entre lideranças que podem ter peso na formação das chapas majoritárias de 2026. Até o momento, porém, não há confirmação oficial de alianças eleitorais ou acordos políticos envolvendo os participantes do encontro.
Com a aproximação do calendário eleitoral, as articulações de pré-candidatos e dirigentes partidários devem ganhar ainda mais importância, especialmente em um ambiente marcado por disputas internas e
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