
Falar sobre risco ainda é um tabu para muita gente. Em Cuiabá, a empresária Sâmera Lopes Amaral busca mudar esse olhar ao tratar o seguro de vida como parte do planejamento, e não como um assunto ligado ao fatalismo. À frente da ProteSam Corretora de Seguros, ela defende que o principal não é “fechar uma apólice”, mas ajudar famílias e empresários a tomarem decisões mais conscientes sobre proteção financeira.
Especialista em Proteção Financeira Familiar, Sâmera atua como consultora e orienta seus clientes na análise de riscos e escolhas estratégicas. Mais do que comercializar um produto, seu trabalho é conduzir cada família ou empresário a compreender sua realidade e decidir com clareza sobre o futuro.
A entrada no setor veio de uma experiência pessoal. Sâmera conta que já era cliente de seguro de vida antes de empreender e, com o tempo, passou a notar uma realidade comum em situações de crise: famílias recorrendo a vaquinhas online quando surgiam problemas de saúde ou afastamentos do trabalho. “Aquilo me mostrou que não era falta de solidariedade, e sim falta de proteção organizada”, diz.
Com essa visão, nasceu a ProteSam, com foco em diagnóstico individual e educação financeira. Para ela, a resistência ao seguro de vida no Brasil tem muito mais relação com desinformação do que com preço. “A gente renova seguro do carro todo ano, mas hesita em investir na própria proteção. O seguro de vida é estratégia de estabilidade”, afirma.
Um ponto que ela destaca é a pouca atenção às coberturas “em vida”, como invalidez, doenças graves e afastamento do trabalho, especialmente entre autônomos e empresários. É nesse cenário que surge o conceito de morte financeira — quando a pessoa continua viva, mas, por estar impossibilitada de trabalhar, também deixa de gerar renda. “A pergunta que muda tudo é: e se eu continuar vivo, mas sem renda?”, provoca.
A ProteSam atua como consultoria credenciada à MetLife e, segundo Sâmera, o atendimento começa com conversa e análise da realidade financeira do cliente. A proposta só vem depois, buscando equilíbrio entre proteção e orçamento. “Não existe solução padrão.”
O suporte continua no pós-venda, com revisões periódicas e acompanhamento em caso de sinistro. “A família não fica sozinha. A gente orienta e acompanha o processo para diminuir a burocracia num momento sensível.”
A empresa segue diretrizes da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) e protocolos de privacidade. O atendimento é feito por canais digitais, Instagram, pelo telefone (65) 99609-5030 e presencialmente, com agendamento, na Av. Isaac Póvoas, nº 1209, Bairro Popular, em Cuiabá.
Para quem ainda evita o tema, Sâmera resume: “O risco já existe. A diferença é quando você decide se proteger, antes que o imprevisto decida por você.”
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