
Duas pesquisas recentes sobre a disputa pelo Governo de Mato Grosso em 2026 (Veritá e Percent Brasil) mostram um cenário ainda em formação. Wellington Fagundes liderou em ambos, mas há oscilações relevantes entre os demais nomes.
Nesse ambiente de instabilidade, Alex Pucineli mantém desempenho técnico estável. Na pesquisa Veritá, ele aparece com 2,2% dos votos válidos. Já no levantamento mais recente da Percent Brasil, ele registra 2%. A diferença de 0,2 ponto percentual está bem dentro da margem de erro (cerca de 3 pontos em ambos os estudos) e indica estabilidade.
Abaixo do líder, o cenário é menos definido. A disputa pela segunda posição intercala Otaviano Pivetta (29,1% na Veritá) e Jayme Campos (20,7% na Percent). No grupo intermediário, Natasha Slhessarenko marca 8,3% e 7%, respectivamente, mas ainda não rompe a faixa dos dois dígitos.
No bloco de alternativas, Marcelo Maluf variou de 3% a 4%, mantendo-se à frente de Pucineli. Sargento Laudicério apresenta variação mais acentuada (1,2% na Veritá e 3,8% na Percent), enquanto Rafaell Milas segue estável em patamar inferior (1,6% e 1,3%).
Para Alex Pucineli, um nome novo e com menor exposição pública, manter-se em cerca de 2% nas duas pesquisas indica uma presença recorrente no radar eleitoral. O dado mais favorável ao pré-candidato, no entanto, é a segunda intenção de voto na Veritá: ele atingiu 6,1%, encostando em Maluf (7,2%) e superando outros concorrentes do bloco.
Esse índice sugere espaço para crescimento caso Pucineli amplie o conhecimento público, um cenário favorecido pelo fato de que 79,9% dos entrevistados da Veritá ainda não têm candidato definido.
Enquanto nomes tradicionais oscilam, a leitura para Pucineli é de estabilidade estratégica. Com constante presença nas pesquisas e bom desempenho como segunda opção, ele se mantém firme no radar da eleição estadual.
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