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Foi aberta, mas não foi operada na ocasião por falta de instrumental. Depois, foi chamada mais uma vez,  e, por fim, após ser operada foi internada novamente nesta semana por ter desenvolvido uma infecção grave. Todo esse sofrimento é inaceitável”, lamentou.

11/07/2025 às 07h34
Por: Redação Fonte: Ana Claudia Fortes
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Assessoria
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Durante a sessão desta quinta-feira (10), na Câmara Municipal de Cuiabá, a vereadora Maysa Leão (Republicanos) voltou a chamar a atenção para a urgência de se enfrentar a fila de espera por cirurgias eletivas no município, especialmente no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC). Ela propôs um debate concreto com a Secretaria Municipal de Saúde e solicitou um cronograma de atendimento para os pacientes que aguardam há anos por procedimentos essenciais à qualidade de vida.

“Trago aqui para reflexão, a necessidade de olharmos com seriedade para as cirurgias eletivas. Precisamos debater a fila de espera, entender qual é o plano, qual é o cronograma, como vamos ajudar essas pessoas que já estão adoecendo de outras formas por causa da espera”, destacou Maysa.

A parlamentar lembrou que, durante a gestão anterior, vereadores destinaram cerca de R$ 26 milhões em emendas impositivas para a realização de um mutirão de cirurgias. No entanto, o recurso não teve o destino prometido. “Foi uma promessa não cumprida. As pessoas continuam esperando. Cirurgias que poderiam devolver autonomia e dignidade, como no caso de uma senhora que conheci no HMC que esperou por 5 anos uma cirurgia de hérnia de disco”, relatou.

Segundo Maysa, essa paciente aguardava há cinco anos por uma cirurgia de hérnia de disco. Durante esse tempo, sua condição se agravou a ponto de ela se tornar acamada. “Ela chegou a ser levada para o centro cirúrgico este ano. Foi aberta, mas não foi operada na ocasião por falta de instrumental. Depois, foi chamada mais uma vez,  e, por fim, após ser operada foi internada novamente nesta semana por ter desenvolvido uma infecção grave. Todo esse sofrimento é inaceitável”, lamentou.

A vereadora reforçou que sua fala não tem o intuito de atacar gestões, mas de buscar soluções. “O meu convite não é para o denuncismo, é para o diálogo. Vamos reunir esta Casa com a Secretaria Municipal de Saúde, entender o que está sendo feito, qual é o plano, e se será necessário o apoio de emendas parlamentares para que um novo mutirão de cirurgias eletivas aconteça”, defendeu.

Maysa concluiu reforçando que é dever do poder público dar uma resposta às milhares de pessoas que ainda esperam na fila. “Essas pessoas estão cansadas, adoecidas e esquecidas. E cabe a nós dar um norte para elas. Que esta Casa cumpra seu papel de articulação, de fiscalização e, principalmente, de esperança para quem já não vê saída”, finalizou.

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