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Vereadora Maysa Leão cobra reativação da câmara hiperbárica no HMC

A vereadora destacou o caso de Eduardo, conhecido como Dudu, um jovem cuiabano que teve a planta do pé queimada há anos e precisa de sessões de oxigenoterapia hiperbárica para poder realizar a cirurgia e, posteriormente, iniciar o tratamento no renomado Hospital Sarah Kubitschek, em Brasília.

08/07/2025 às 15h44 Atualizada em 09/07/2025 às 19h53
Por: Redação Fonte: Ana Cláudia Fortes
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Assessoria
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Durante a sessão plenária desta terça-feira (08), a vereadora Maysa Leão (Republicanos) fez uma indicação formal à secretária municipal de Saúde de Cuiabá, Dra. Lúcia Helena Barboza Sampaio, solicitando a reativação da câmara hiperbárica no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC). A parlamentar usou a tribuna para denunciar a ausência do equipamento, essencial no tratamento de queimaduras e necroses, e alertar para o impacto direto sobre a vida de pacientes que dependem dessa tecnologia para recuperar a saúde e evitar amputações.

“Venho hoje fazer um apelo à secretária de Saúde. A câmara hiperbárica do HMC foi desativada e retirada, e hoje o município de Cuiabá simplesmente não tem esse equipamento em funcionamento. Isso é gravíssimo. Estamos falando de pacientes queimados, vítimas de acidentes graves, pessoas que correm risco de amputações e de sequelas permanentes”, afirmou Maysa.

A vereadora destacou o caso de Eduardo, conhecido como Dudu, um jovem cuiabano que teve a planta do pé queimada há anos e precisa de sessões de oxigenoterapia hiperbárica para poder realizar a cirurgia e, posteriormente, iniciar o tratamento no renomado Hospital Sarah Kubitschek, em Brasília.

“O Dudu foi selecionado pelo Sarah Kubitschek, que é referência nacional. Mas ele só poderá ser operado e depois encaminhado ao tratamento, se estiver com o pé cicatrizado. E Cuiabá não está oportunizando a cura do pé dele. Uma sessão particular de câmara hiperbárica custa mil reais. Ele precisa de vinte sessões. São vinte mil reais que essa família não tem. A mãe dele, a Sandra, é conhecida por muitos aqui – é a quituteira do biscoito caseiro, que já vendeu aqui na porta da Câmara. Ela batalha dia e noite para sustentar o filho. E agora, diante de um tratamento viável, falta apenas a câmara hiperbárica”, relatou.

“É inadmissível que um hospital de urgência e emergência como o HMC não tenha uma câmara hiperbárica. O equipamento salva vidas, reduz internações, evita sequelas. E, principalmente, garante dignidade para quem luta para sobreviver”, destacou Maysa.

Finalizando seu discurso, a vereadora fez um apelo direto. “Estamos falando de um equipamento que representa a esperança de uma vida funcional. Dudu já sofreu demais. Sandra já lutou demais. Cuiabá não pode virar as costas para quem precisa. Vamos devolver a câmara hiperbárica ao HMC. Vamos devolver a chance de cura para os nossos pacientes”, concluiu.

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