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Ex-prefeito Emanuel Pinheiro é ouvido por vereadores em CPI sobre contrato do estacionamento rotativo e Mercado Municipal

A oitiva foi solicitada pelo relator da CPI, vereador Dilemário Alencar (União Brasil), e conduzida pelo presidente da comissão, vereador Rafael Ranalli (PL). A vereadora Maysa Leão (Republicanos) também compôs a mesa dos trabalhos.

07/07/2025 às 19h05 Atualizada em 08/07/2025 às 18h58
Por: Redação Fonte: Da Redação
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Assessoria
Assessoria

A Câmara Municipal de Cuiabá recebeu, na tarde desta segunda-feira (7), o ex-prefeito da capital, Emanuel Pinheiro, para prestar esclarecimentos à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga o contrato firmado entre a Prefeitura e a empresa CS Mobi, responsável pelo estacionamento rotativo e pela concessão do Mercado Municipal.

A oitiva foi solicitada pelo relator da CPI, vereador Dilemário Alencar (União Brasil), e conduzida pelo presidente da comissão, vereador Rafael Ranalli (PL). A vereadora Maysa Leão (Republicanos) também compôs a mesa dos trabalhos. O encontro teve como objetivo esclarecer pontos do contrato assinado durante a gestão de Pinheiro, sobretudo no que diz respeito à escolha da empresa, aos benefícios financeiros prometidos ao município e às cláusulas do acordo.

Além dos membros da comissão, outros vereadores participaram ativamente da sessão, como Daniel Monteiro (Republicanos), Ilde Taques (PSB), Fellipe Corrêa (PL), Baixinha Giraldelli (Solidariedade), Michelly Alencar (União Brasil) e Paula Calil (PL), entre outros que acompanharam a oitiva.

Durante as respostas, Emanuel Pinheiro defendeu a legalidade e os objetivos do contrato, afirmando que a intenção era promover a revitalização do centro histórico de Cuiabá. Segundo ele, o projeto representa um avanço urbanístico e motivo de orgulho por estar ligado a obras estruturantes para a cidade.

Apesar das explicações, a vereadora Maysa Leão fez duras críticas ao conteúdo do contrato e às consequências financeiras da gestão anterior. “Posso dizer, da minha parte, que não estou satisfeita com as respostas. Saio convicta de que os R$ 9 milhões em dívidas deixadas para a próxima gestão foram fruto de irresponsabilidade”, afirmou.

A CPI deve seguir com os trabalhos nas próximas semanas, buscando aprofundar as investigações e oferecer esclarecimentos à população sobre a legalidade e os impactos do contrato.

 
 
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