
Projetos de pesquisa da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) estão entre os contemplados na Chamada Pública da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). Da UFMT, cinco projetos de pesquisas com foco em questões da Biotecnologia, acervos científicos, energias renováveis, saúde pública e monitoramento ambiental vão receber investimentos que chegam a mais de R$4 milhões de reais.
O reitor da UFMT, professor Evandro Soares da Silva, destaca que a Universidade se empenhou para esse resultado no edital Finep Pró-Amazônia. “A gestão da UFMT direcionou para a consolidação da pesquisa nos campi fora de sede, e nesta sexta-feira (11) tivemos resultado das 5 propostas submetidas. Sendo três do câmpus de Sinop, uma do Câmpus Araguaia e uma em Várzea Grande. Esses quase R$5 milhões para os projetos somam para que possamos avançar em soluções para toda sociedade”, disse o reitor.
O pró-reitor de Pesquisa da UFMT, professor Leandro Dênis Battirola, destaca que o edital é exclusivo para os estados da Amazônia Legal, incluindo Mato Grosso. “Para nós é uma grande alegria poder contribuir com a questão da infraestrutura da pesquisa no interior, nos campos do interior. Então, saímos com bastante sucesso deste edital”, explicou, complementando que os projetos se utilizam dos recursos que temos tanto na Amazônia quanto na intersecção da Amazônia com o Cerrado.
Do Câmpus de Sinop, o projeto Monitora + MT, que tem sob a subcoordenação do projeto 1 do professor Adilson Pacheco de Souza, é um dos contemplados. “A FINEP é uma das principais agências de fomento hoje de projetos de infraestrutura. Esse edital específico, ele previa a condição dos projetos serem executados nos estados da Amazônia. Então, a importância da UFMT aprovar cinco propostas, teto previsto no edital a cada instituição”, salientou ressaltando que tal medida pôde contemplar o maior número possível de pesquisadores
Sobre o Monitora + MT, o pesquisador conta que ele parte de várias outras propostas que a gente já vem executando na região. “São ações vinculadas ao monitoramento dos recursos hídricos, ao monitoramento do clima, ao encontro de plantas que possam ser fitorremediadoras para áreas contaminadas por mercúrio e por metais pesados. Então, junta um grupo de professores da expertise da UFMT para tentar buscar soluções tecnológicas para resolver esses problemas que são eminentes na região”, destacou, complementando que os conflitos pelo uso da água, as mudanças climáticas e as contaminações ambientais pelas diversas formas de exploração econômica que a gente tem dos recursos naturais regionai também estão na esteira das pesquisas.
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