Terça, 03 de Novembro de 2026
26°C 40°C
Cuiabá, MT
Publicidade

FCDL-MT alerta para impactos da cobrança da TACIN em 2027 durante reunião

Representando a FCDL-MT, o vice-presidente Gustavo Nascimento manifestou preocupação com a memória de cálculo e os valores da taxa durante encontro na Fiemt.

26/10/2026 às 07h12 Atualizada em 26/10/2026 às 20h31
Por: Redação Fonte: Nelli Tirelli
Compartilhe:
Da assessoria
Da assessoria

O vice-presidente Gustavo Nascimento, representando a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Mato Grosso (FCDL-MT), participou de uma reunião realizada na Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso (FIEMT), que contou com a presença de representantes de diversas entidades empresariais para discutir a retomada da cobrança da Taxa de Segurança Contra Incêndio (TACIN), prevista para 2027.

Durante o encontro, Gustavo Nascimento manifestou preocupação com os critérios utilizados na memória de cálculo da taxa e, principalmente, com os valores que poderão ser exigidos das empresas mato-grossenses, atingindo diferentes segmentos do setor produtivo, como comércio, indústria e serviços.

O representante da FCDL-MT destacou que muitos empresários ainda não estão atentos aos possíveis impactos financeiros da cobrança. Isso porque, nos últimos anos, o debate esteve concentrado na constitucionalidade da TACIN e, em 2026, o Governo do Estado concedeu a dispensa da cobrança, situação que pode ter reduzido a percepção do empresariado sobre sua retomada no próximo exercício.

“Nossa preocupação não é apenas com a retomada da cobrança, mas principalmente com a memória de cálculo e os valores que serão exigidos das empresas. Precisamos avaliar se esses critérios são razoáveis e proporcionais, especialmente para as micro e pequenas empresas, que já enfrentam uma elevada carga de custos para manter suas atividades”, destacou Gustavo Nascimento.

A FCDL-MT considera fundamental que o Governo do Estado apresente com transparência os parâmetros utilizados para definir os valores da TACIN, incluindo a metragem dos estabelecimentos, a classificação do risco de incêndio e os demais elementos que compõem o cálculo.

Outro ponto levantado foi a necessidade de ampliar a comunicação com o empresariado, permitindo que as empresas tenham conhecimento prévio dos valores e possam se planejar financeiramente.

“Durante muito tempo, a discussão ficou concentrada na constitucionalidade da taxa. Agora, precisamos discutir também quanto o empresário efetivamente terá que pagar. O setor produtivo não pode ser surpreendido em 2027 com valores que comprometam sua competitividade e capacidade de investimento”, ressaltou Gustavo Nascimento.

A participação de diversas entidades representativas na reunião reforçou a importância de uma discussão conjunta sobre os efeitos econômicos da cobrança e a necessidade de construir alternativas que garantam equilíbrio entre as exigências legais e a realidade financeira das empresas.

A FCDL-MT defende que o tema seja aprofundado tecnicamente, com a revisão dos critérios e da memória de cálculo, buscando assegurar maior proporcionalidade, previsibilidade e segurança jurídica ao setor produtivo.

* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
Cuiabá, MT
34°
Tempo limpo

Mín. 26° Máx. 40°

40° Sensação
16.67km/h Vento
55% Umidade
0% (0mm) Chance de chuva
06h07 Nascer do sol
18h48 Pôr do sol
Qua 42° 26°
Qui 44° 27°
Sex 42° 26°
Sáb 43° 26°
Dom 28° 23°
Atualizado às 12h01
Publicidade
Economia
Dólar
R$ 5,49 +1,07%
Euro
R$ 6,15 +1,07%
Peso Argentino
R$ 0,00 +0,00%
Bitcoin
R$ 452,006,65 +1,24%
Ibovespa
165,155,27 pts -1.65%
Publicidade